Esse episódio que vou lhes narrar aconteceu de
verdade comigo, e isso foi coisa de um ano atrás, portanto, muito recente.
Eu vinha de uma daquelas noitadas na Boate do
Centro da minha cidade após uma cantada de um macho que não deu muito certo
não. Larguei ele de mão e saí da boate, caminhando sozinha as duas da manhã
pelo centro, morta de frustrada. Estava montadérrima com uma sainha jeans
curtíssima, saltinho alto e uma blusinha top tomara que caia - uma autêntica
periguete rssss. Eu tinha que passar por uma ponte que ligava o centro com o
meu bairro. Fiz a atravessia sozinha e morrendo de medo, mas não me emendo
mesmo. Foi quando vi se aproximar um sujeito baixo, negro, forte, cabelos
curtos, empurrando um carrinho de frutas. Ao passar por mim, assobiou. Fiz que
não ouvi e continuei andando. Aí ele parou e falou bem sério de lá:
"Boa noite!" Sua voz era grossa e
impositiva. Como não respondi, ele insistiu:
"Ei, estou falando com você!" Parei
de birra e olhei pra ele. "Quem esse sujeitinho pensa que é." Pensei.
"Não vai me dizer boa noite?"
"Boa noite!" Eu disse. Ele se
aproximou de mim com o carrinho.
"Não vou arrancar seu pedaço não. Como é
o nome da moça?"
'Márcia."
"Muito prazer. Arlindo. Mas pode me
chamar de Negão. É como sou conhecido na feira onde trabalho."
"E o que você deseja?" Perguntei,
morte de medo.
"Acompanhar você até o outro lado. É
perigoso atravessar a ponte uma hora dessas."
"Não precisa."
"Precisa sim, e vou lhe
acompanhar.!" Disse ele autoritário. Fiquei caladinha e deixei que ele me
acompanhasse. Fomos andando os dois pela madrugada. Ele me elogiando e me
enchendo de perguntas. Arrancou tudo de mim enquanto atravessávamos. Ao chegar
do outro lado, ele agradeci e me preparei para deixá-lo, foi quando ele segurou
forte minha mão e disse:
"Ei, ainda tá cedo, vamos conversar um
pouco, Márcia."
"Está tarde, amanhã a gente
conversa."
"Amanhã, não hoje!" Nem morta eu
iria ficar ali conversando com aquele estranho. Pensei cá com meus
botõeszinhos.
"Deixa eu ir, por favor!"
"Não senhora. Só vai quando eu
mandar!" O sujeito segurava forte minha mão. A mão dele era áspera e
grande. Aí ele me puxou pra perto dele e me encoxou. Seus braços enlaçaram
minha cintura e eu fiquei presa.
"Ai, por favor! Deixa eu ir agora, por
favor!" Pedi com jeitinho.
'Não sem antes me dá um beijo, Márcia. Quero
provar dessa boquinha."
"Mas eu nem lhe conheço."
"Eu não me apresentei a você?"
'Sim, apresentou."
"Então como é o meu nome?" Perguntou
olhando-me sério nos meus olhos. Fiquei pensando toda desconsertada tentando me
lembrar...
"Aii, esqueci..."
"Esqueceu é porque eu não lhe
interesso?"
"Não, é porque tá tarde..."
"Arlindo! Repita!"
"Arlindo..."
"Ainda vai esquecer?"
"Não!"
"Como é meu nome?"
"Arlindo..."
"Isso mesmo! Agora o beijinho senão não
lhe deixo ir." Beijei-lhe o rosto rapidamente. Mas ele disse:
"Não, senhora. Quero na boca que é pra
provar a linguinha da menina."
"Ai não, Arlindo..."
"Ai sim! Anda!" Ai credo, beijar a
boca de um feirante. Pensei. Mas tinha outro jeito. Ele me apertava contra ele
e eu não tinha muita opção. Cedi a linguinha e ele ficou chupando. Suas mãos
desceram pela minha cintura e apanharam de cheio meu bumbum empinadinho sobre
os saltos. Estava toda dominada.
'Hummm... delícia... adorei... tem gostinho de
mel hehehehe..."
"Posso ir agora?"
"Vou deixá-la em casa! Onde já se viu uma
coisinha assim sozinha pela noite. Vamos indo. Vou lhe deixar na porta da sua
casa, assim fico sabendo onde a menina mora. Quem sabe não resolvo fazer uma
visitinha, hein Hehehehe."
"Tudo bem! Vamos?"
Caminhamos para minha casa que ficava algumas
quadras dali. Ele ainda segurava minha mão. Não a largava por nada. Chegamos em
casa, tentei mais uma vez me despedir dele no portão, mas ele me puxou de novo
para perto de si e me encoxou outra vez.
"Fica mais um pouquinho,
Marcinha..."
"Ai, não posso. Deixa eu entrar, por
favor!" Ele foi me beijando o pescoço, me apertando a bunda, mordendo meu
ombro, parecia bem taradinho mesmo, enquanto eu tentava me esquivar dele, no
entanto, apesar dele ser um pouco mais baixo que eu, era forte e tinha uma
pegada de macho. Acabei cedendo e deixei ele me encoxar ali mesmo. Mas um
pouquinho, tinha me comido ali mesmo, se não fosse eu ficar pedindo com jeitinho
pra ele me liberar.
"Tá bom! Deixo você ir. Mas amanhã, ao
meio dia, venho aqui para almoçar com você. Prepara uma comidinha bem
gostosa." Ai, Meu Deus, ele não pode estar falando sério. Pensei toda
trêmula. Mas aquele era um homem de palavra, e tão cedo ele não desistiria.
'Você ouviu, Marcinha?"
"Sim, ouvi."
"Entra agora!" Disse aquilo me dando
um tapa na bunda que estalou.
"A\iii...'
"Entra!! E amanhã, meio dia em ponto
venho provar da comidinha da Marcinha. Hehehehe..."
Entrei rapidinho e fechei a porta. Fiquei
empinadinha olhando pelo buraco da fechadura ele partir com seu carrinho de
frutas. "Ai, Meu Deus, onde fui amarrar minha burrinha..." Pensei
outra vez com os meu botõeszinhos. No quarto, fui olhar no espelho para ver o
tamanho daquela palmada. O Negão tinha uma mão pesada, gente.
E não é que ele apareceu mesmo? Mas isto é uma
outra estória... rssss
FOTO DO NEGÃO QUE ME COMEU
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